Logo no dia seguinte, você estava dormindo em um sono profundo, a cabeça nas nuvens. Sonhava com os lábios do Ian, beijando os seus, deslizando pelo seu pescoço, descendo para sua clavícula, descendo mais, e mais e...
BIIIIIIIIP.
BIIIIIIIIP.
O barulho era incessante. E parecia que a cada bip, alguém martelava um prego na sua cabeça. Abriu os olhos. A luz que entrava da janela era insuportável, queimava. E o bip ainda não tinha parado. Esticou-se para alcançar o celular na mesinha de cabeceira, que outra pessoa estaria ligando a essa hora se não Justinne? Ela era impossível. A única pessoa na face da terra que conseguia dormir por quatro horas e acordar novinha em folha.
Justinne: ACORDA VAGABUNDA! Tô te ligando faz uma década! O que você tá fazendo? — Ela perguntou com a voz estridente, só de ouvir dava pra dizer que ela estava sorrindo.
Você: Só tem uma chamada perdida, Jus. E o que parece que eu estou fazendo? Tentando dormir. Depois a gente se fala. — Realmente não estava com paciência para saber o quanto Zac beijava bem. E se dependesse de você, ninguém jamais saberia que ficou com Ian. Era vergonhoso ter seu nome adicionado a lista de garotas com quem ele ficou. Estava prestes a desligar e voltar a "aproveitar" sua ressaca quando ouviu a voz da amiga outra vez.
Justinne: Não (seuapelido), espera! Eu reservei uma mesa lá no Bistrô da Vera, que eu sei que você adora! Planejei a gente almoçar juntas, vamos, por favor! — Mesmo que você sentisse como se um caminhão tivesse te atropelado, era difícil negar qualquer coisa a Justinne quando ela apelava para a voz de bebê suplicante.
Você: Arg... Ok! Te encontro lá! — Tirou forças do além para finalmente concordar. Um almoço com sua amiga não iria fazer mal nenhum, realmente estava um caco e não deveria ter bebido, mas o que fazer quando a vontade é maior que a incapacidade? Ouviu um "você tem uma hora pra estar lá" de Justinne antes de ela desligar, e já podia senti-la triunfante por ter conseguido te tirar da cama.
E você finalmente conseguiu escapar das cobertas que tentavam a todo custo te segurar na cama. Era época de inverno, então estava frio do lado de fora. Mas como todo bom restaurante na França, era aquecido por dentro, então uma roupa simples e um casaco estavam ótimos.
Pulou para o chuveiro, tomando um banho demorado, sem lavar o cabelo. Estava muito cansada pra secá-lo depois. Quando saiu do chuveiro, passou seus produtos de beleza, penteou os cabelos e colocou uma roupa rapidamente, estava em cima da hora.
Ah, Justinne iria pagar por te fazer acordar tão cedo! Olhou a hora... PUTS, nem era tão cedo assim! Era dez pra meio-dia, e você estava atrasada. Levaria 15 minutos, no mínimo, pra chegar no bistrô. Colocou óculos escuros pra esconder as olheiras e a cara de cadáver e escorregou pra dentro do seu carro. Estava atrasada e você pretendia furar alguns sinais pra chegar em cima da hora. Não iria furar um almoço com sua melhor amiga, né?
Chegou dois minutos atrasada. Estacionou e correu para o restaurante, a procura de Justinne na mesinha de vocês, ao lado da janela. Chegando lá, se deparou com uma cena inesperada...
BIIIIIIIIP.
BIIIIIIIIP.
O barulho era incessante. E parecia que a cada bip, alguém martelava um prego na sua cabeça. Abriu os olhos. A luz que entrava da janela era insuportável, queimava. E o bip ainda não tinha parado. Esticou-se para alcançar o celular na mesinha de cabeceira, que outra pessoa estaria ligando a essa hora se não Justinne? Ela era impossível. A única pessoa na face da terra que conseguia dormir por quatro horas e acordar novinha em folha.
Justinne: ACORDA VAGABUNDA! Tô te ligando faz uma década! O que você tá fazendo? — Ela perguntou com a voz estridente, só de ouvir dava pra dizer que ela estava sorrindo.
Você: Só tem uma chamada perdida, Jus. E o que parece que eu estou fazendo? Tentando dormir. Depois a gente se fala. — Realmente não estava com paciência para saber o quanto Zac beijava bem. E se dependesse de você, ninguém jamais saberia que ficou com Ian. Era vergonhoso ter seu nome adicionado a lista de garotas com quem ele ficou. Estava prestes a desligar e voltar a "aproveitar" sua ressaca quando ouviu a voz da amiga outra vez.
Justinne: Não (seuapelido), espera! Eu reservei uma mesa lá no Bistrô da Vera, que eu sei que você adora! Planejei a gente almoçar juntas, vamos, por favor! — Mesmo que você sentisse como se um caminhão tivesse te atropelado, era difícil negar qualquer coisa a Justinne quando ela apelava para a voz de bebê suplicante.
Você: Arg... Ok! Te encontro lá! — Tirou forças do além para finalmente concordar. Um almoço com sua amiga não iria fazer mal nenhum, realmente estava um caco e não deveria ter bebido, mas o que fazer quando a vontade é maior que a incapacidade? Ouviu um "você tem uma hora pra estar lá" de Justinne antes de ela desligar, e já podia senti-la triunfante por ter conseguido te tirar da cama.
E você finalmente conseguiu escapar das cobertas que tentavam a todo custo te segurar na cama. Era época de inverno, então estava frio do lado de fora. Mas como todo bom restaurante na França, era aquecido por dentro, então uma roupa simples e um casaco estavam ótimos.
Pulou para o chuveiro, tomando um banho demorado, sem lavar o cabelo. Estava muito cansada pra secá-lo depois. Quando saiu do chuveiro, passou seus produtos de beleza, penteou os cabelos e colocou uma roupa rapidamente, estava em cima da hora.
Ah, Justinne iria pagar por te fazer acordar tão cedo! Olhou a hora... PUTS, nem era tão cedo assim! Era dez pra meio-dia, e você estava atrasada. Levaria 15 minutos, no mínimo, pra chegar no bistrô. Colocou óculos escuros pra esconder as olheiras e a cara de cadáver e escorregou pra dentro do seu carro. Estava atrasada e você pretendia furar alguns sinais pra chegar em cima da hora. Não iria furar um almoço com sua melhor amiga, né?
Chegou dois minutos atrasada. Estacionou e correu para o restaurante, a procura de Justinne na mesinha de vocês, ao lado da janela. Chegando lá, se deparou com uma cena inesperada...